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 Categorias DeCS

D08 Enzimas e Coenzimas .
D08.811 Enzimas .
D08.811.277 Hidrolases .
D08.811.277.352 Esterases .
D08.811.277.352.335 Desoxirribonucleases .
D08.811.277.352.335.350 Endodesoxirribonucleases .
D08.811.277.352.335.350.250 Desoxirribonuclease I .
D08.811.913 Transferases .
D08.811.913.696 Fosfotransferases .
D08.811.913.696.445 Nucleotidiltransferases .
D08.811.913.696.445.308 DNA Nucleotidiltransferases .
D08.811.913.696.445.308.300 DNA Polimerase Dirigida por DNA .
D08.811.913.696.445.308.300.225 DNA Polimerase I .
D10 Lipídeos .
D10.532 Lipoproteínas .
D10.532.091 Apolipoproteínas .
D10.532.091.200 Apolipoproteínas A .
D10.532.091.200.100 Apolipoproteína A-I .
D12 Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas .
D12.644 Peptídeos .
D12.644.276 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intercelular .
D12.644.276.937 Somatomedinas .
D12.644.276.937.400 Fator de Crescimento Insulin-Like I .
D12.644.360 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intracelular .
D12.644.360.420 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776 Proteínas .
D12.776.070 Apoproteínas .
D12.776.070.400 Apolipoproteínas .
D12.776.070.400.200 Apolipoproteínas A .
D12.776.070.400.200.100 Apolipoproteína A-I .
D12.776.097 Proteínas de Bactérias .
D12.776.097.533 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776.124 Proteínas Sanguíneas .
D12.776.124.050 Proteínas da Fase Aguda .
D12.776.124.050.250 Fibrinogênio .
D12.776.124.125 Fatores de Coagulação Sanguínea .
D12.776.124.125.500 Fibrinogênio .
D12.776.124.862 Somatomedinas .
D12.776.124.862.400 Fator de Crescimento Insulin-Like I .
D12.776.157 Proteínas de Transporte .
D12.776.157.125 Proteínas de Ligação ao Cálcio .
D12.776.157.125.050 Anexinas .
D12.776.157.125.050.100 Anexina A5 .
D12.776.467 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intercelular .
D12.776.467.937 Somatomedinas .
D12.776.467.937.400 Fator de Crescimento Insulin-Like I .
D12.776.476 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intracelular .
D12.776.476.420 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776.521 Lipoproteínas .
D12.776.521.120 Apolipoproteínas .
D12.776.521.120.200 Apolipoproteínas A .
D12.776.521.120.200.100 Apolipoproteína A-I .
D12.776.543 Proteínas de Membrana .
D12.776.543.750 Receptores de Superfície Celular .
D12.776.543.750.054 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776.631 Proteínas do Tecido Nervoso .
D12.776.631.750 Sinapsinas .
D12.776.744 Fosfoproteínas .
D12.776.744.840 Sinapsinas .
D12.776.811 Precursores de Proteínas .
D12.776.811.300 Fibrinogênio .
D13 Ácidos Nucleicos, Nucleotídeos e Nucleosídeos .
D13.695 Nucleotídeos .
D13.695.578 Polinucleotídeos .
D13.695.578.550 Polirribonucleotídeos .
D13.695.578.550.650 Poli I .
D23 Fatores Biológicos .
D23.119 Fatores de Coagulação Sanguínea .
D23.119.490 Fibrinogênio .
D23.529 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intercelular .
D23.529.937 Somatomedinas .
D23.529.937.400 Fator de Crescimento Insulin-Like I .
N02 Instituições de Saúde, Recursos Humanos e Serviços .
N02.421 Serviços de Saúde .
N02.421.668 Assistência Farmacêutica .
SP2 Atenção à Saúde .
SP2.016 Assistência à Saúde .
SP2.016.152 Assistência Farmacêutica .
SP2.031 Serviços de Saúde .
SP2.031.297 Assistência Farmacêutica .
 
 Termos
 Sinônimos e Históricos
Documentos
LILACS e MDL
 
Fibrinogênio .
Fator I de Coagulação .
Fator I .
Fator de Coagulação I .
Glicoproteína plasmática coagulada pela trombina, composta por um dímero de três pares de cadeias polipeptídicas não idênticas (alfa, beta e gama) mantidas juntas por pontes dissulfeto. A coagulação do fibrinogênio é uma mudança de sol para gel envolvendo arranjos moleculares complexos; enquanto o fibrinogênio é lisado pela trombina para formar polipeptídeos A e B, a ação proteolítica de outras enzimas libera diferentes produtos de degradação do fibrinogênio. .
0.50
 
Fator de Crescimento Insulin-Like I .
Fator de Crescimento Semelhante à Insulina I .
Fator de Crescimento Insulina-Símile I .
Fator I de Crescimento Semelhante à Insulina .
Fator I de Crescimento Similar à Insulina .
Fator de Crescimento Similar à Insulina Tipo I .
IGF-I .
Somatomedina C .
Peptídeo básico bem caracterizado supostamente secretado pelo fígado e circula no sangue. Tem atividades reguladora de crescimento (similar à insulina) e mitogênica. Este fator de crescimento possui uma principal (mas não absoluta) dependência do HORMÔNIO DE CRESCIMENTO. Acredita-se ser ativa principalmente em adultos, em contraste com o FATOR DE CRESCIMENTO INSULIN-LIKE II, que é o principal fator de crescimento fetal. .
0.48
 
DNA Polimerase I .
DNA Polimerase I Dependente de DNA .
Pol I .
Fragmento Klenow .
DNA Polimerase alfa .
DNA polimerase dependente de DNA, caracterizada em procariotos, e que pode estar presente em organismos superiores. Tem tanto atividade de exonuclease 3'-5'quanto 5'-3', mas não pode usar o DNA de fita dupla nativo como molde-iniciador. Não é inibida por reagentes sulfidrílicos e é ativa tanto na síntese quanto no reparo do DNA. Ec 2.7.7.7. .
0.47
 
Anexina A5 .
Anexina V .
Proteína Anticoagulante I de Placenta .
Ancorina CII .
Calfobindina I .
Endonexina II .
Lipocortina V .
PAP-I .
Proteína da família anexina isolada da PLACENTA humana e outros tecidos. Inibe a FOSFOLIPASE A2 citosólica e demonstra atividade anticoagulante. .
0.45
 
Poli I .
Inosina Polinucleotídeos .
Ácidos Poli-Inosínicos .
INOSINA POLINUCLEOTÍDIOS .
Grupo de ribonucleotídeos inosina nos quais os resíduos fosfato de cada ribonucleotídeo inosina atuam como pontes formando ligações diéster entre as moléculas de ribose. .
0.45
 
Apolipoproteína A-I .
Apo A-I .
Componente proteico mais abundante das LIPOPROTEÍNAS HDL. Esta proteína atua como aceptor do COLESTEROL liberado das células, promovendo o efluxo do colesterol para o HDL e depois para o FÍGADO, para ser excretado (transporte reverso do colesterol). Atua também como cofator da LECITINA COLESTEROL ACILTRANSFERASE, que forma ÉSTERES DE COLESTEROL nas partículas de HDL. As mutações no gene APOA1 causam deficiência de HDL, como na doença familiar de deficiência da alfa lipoproteína e em alguns pacientes com a DOENÇA DE TANGIER. .
0.45
 
Sinapsinas .
Sinapsina I .
Sinapsina II .
Sinapsina III .
Proteína I .
Proteína III .
Família de proteínas associadas às vesículas sinápticas envolvidas na regulação de curto prazo da liberação de NEUROTRANSMISSORES. A sinapsina I, o membro predominante desta família, liga as VESÍCULAS SINÁPTICAS a FILAMENTOS DE ACTINA no terminal nervoso pré-sináptico. Essas interações são moduladas pela FOSFORILAÇÃO reversível da sinapsina I através de várias vias de transdução de sinal. A proteína também é um substrato para PROTEÍNAS QUINASES DEPENDENTES DE C-AMP e para PROTEÍNAS QUINASES DEPENDENTES DE CÁLCIO-CALMODULINA. Acredita-se que essas propriedades funcionais também sejam compartilhadas pela sinapsina II. .
0.44
 
Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
MACP-I .
MACP-II .
Proteína Quimiotática 1 Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática 2 Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática 3 Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática I Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática II Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática III Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática 1 Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática 2 Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática 3 Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática I Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática II Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática III Aceitadora de Metil .
Proteínas Quimiotáticas Aceitadoras de Metil .
Proteínas Quimiotáticas de Aceitação de Metil .
Proteínas transmembrana sensitivas receptoras que são componentes centrais de sistemas quimiotáticos de várias espécies de bactérias móveis que incluem ESCHERICHIA COLI e SALMONELLA TYPHIMURIUM. Proteínas quimiotáticas aceptoras de metil devem o seu nome ao processo de adaptação sensorial que envolve a metilação em vários resíduos de glutamil no seu domínio citoplasmático. As proteínas quimiotáticas aceptoras de metil desencadeiam respostas quimiotáticas através de gradientes químicos espaciais, fazendo com que os organismos se movam ao encontro de estímulos favoráveis ou contra estímulos tóxicos. .
0.44
 
Assistência Farmacêutica .
Atenção Farmacêutica .
Cuidados Farmacêuticos .
Serviços de Assistência Farmacêutica .
Serviços Farmacêuticos .
1) Serviços farmacêuticos totais oferecidos por FARMACÊUTICOS qualificados. Além da preparação e distribuição de produtos médicos, podem incluir serviços de consultoria para agências e instituições que não possuírem farmacêutico qualificado. 2) Conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletivo, tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional. Este conjunto envolve a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos, bem como a sua seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia da qualidade dos produtos e serviços, acompanhamento e avaliação de sua utilização, na perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população. (fonte: Conselho Nacional de Saúde. Resolução número 338 de 6 de maio de 2004. Aprova a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/resol_cns338.pdf) 3) Atenção Farmacêutica (Pharmaceutical Care): É um modelo de prática farmacêutica, desenvolvida no contexto da Assistência Farmacêutica. Compreende atitudes, valores éticos, comportamentos, habilidades, compromissos e co-responsabilidades na prevenção de doenças, promoção e recuperação da saúde, de forma integrada à equipe de saúde. É a interação direta do farmacêutico com o usuário, visando uma farmacoterapia racional e a obtenção de resultados definidos e mensuráveis, voltados para a melhoria da qualidade de vida. Esta interação também deve envolver as concepções dos seus sujeitos, respeitadas as suas especificidades bio-psico-sociais, sob a ótica da integralidade das ações de saúde. (fonte: Proposta: Consenso Brasileiro de Atenção Farmacêutica. Brasília: Opas, 2002, pp. 16-17. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/PropostaConsensoAtenfar.pdf.) .
0.43
 
Desoxirribonuclease I .
DNase I .
Estreptodornase .
Enzima capaz de hidrolisar o DNA altamente polimerizado rompendo as ligações fosfodiéster, preferencialmente as adjacentes a um nucleotídeo de pirimidina. Catalisa a clivagem endonucleolítica do DNA fornecendo os produtos finais 5'-fosfodi- e oligonucleotídeo. A enzima tem preferência por DNA de fita dupla. .
0.43