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 Categorias DeCS

B01 Eucariotos .
B01.650 Plantas .
B01.650.940 Viridiplantae .
B01.650.940.800 Estreptófitas .
B01.650.940.800.575 Embriófitas .
B01.650.940.800.575.137 Briófitas .
B01.650.940.800.575.137.500 Bryopsida .
B01.650.940.800.575.912 Traqueófitas .
B01.650.940.800.575.912.250 Magnoliopsida .
B01.650.940.800.575.912.250.401 Fabaceae .
C04 Neoplasias .
C04.182 Cistos .
C04.182.089 Cistos Ósseos .
C04.182.089.530 Cistos Maxilomandibulares .
C04.182.089.530.690 Cistos Odontogênicos .
C05 Doenças Musculoesqueléticas .
C05.500 Doenças Maxilomandibulares .
C05.500.470 Cistos Maxilomandibulares .
C05.500.470.690 Cistos Odontogênicos .
C07 Doenças Estomatognáticas .
C07.320 Doenças Maxilomandibulares .
C07.320.450 Cistos Maxilomandibulares .
C07.320.450.670 Cistos Odontogênicos .
C11 Oftalmopatias .
C11.204 Doenças da Córnea .
C11.204.564 Ceratite .
C11.204.627 Ceratocone .
C17 Doenças da Pele e do Tecido Conjuntivo .
C17.800 Dermatopatias .
C17.800.428 Ceratose .
D05 Substâncias Macromoleculares .
D05.750 Polímeros .
D05.750.078 Biopolímeros .
D05.750.078.593 Proteínas de Filamentos Intermediários .
D05.750.078.593.450 Queratinas .
D10 Lipídeos .
D10.945 Ceras .
D12 Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas .
D12.776 Proteínas .
D12.776.220 Proteínas do Citoesqueleto .
D12.776.220.475 Proteínas de Filamentos Intermediários .
D12.776.220.475.450 Queratinas .
D12.776.860 Escleroproteínas .
D12.776.860.607 Queratinas .
VS2 Vigilância Sanitária de Produtos .
VS2.001 Controle e Fiscalização de Alimentos e Bebidas .
VS2.001.001 Alimentos .
VS2.001.001.001 Alimentos Integrais .
VS2.001.001.001.002 Fabaceae .
 
 Termos
 Sinônimos e Históricos
Documentos
LILACS e MDL
 
Bryopsida .
Ceratodon .
Physcomitrella .
Musgos Verdadeiros .
Musgos .
Classe de plantas, dentro de Bryophyta, que compreenda os musgos encontrados tanto em pântanos (incluindo de água doce) como em condições mais áridas. Os musgos possuem hastes cauloides (caulídeos) eretas ou prostradas sem folhas (musgos talosos), que dão origem a hastes sem folhas (setas) que sustentam cápsulas. Os esporos formados nas cápsulas são liberados e crescem produzindo novas plantas. (Tradução livre do original: Concise Dictionary of Biology, 1990). Na realidade, muitas plantas pequenas cujos nomes contêm a palavra 'musgo' não são musgos. O 'musgo' encontrado em árvores do lado norte (válido para o hemisfério norte; no hemisfério sul, estes 'musgos' se desenvolvem no lado sul) é na realidade uma alga verde (CLORÓFITAS). O musgo-da-Irlanda é, na verdade, uma alga vermelha (RODÓFITAS). O líquen em forma de barba (musgo do tipo barba), o musgo da Islândia, o musgo carvalho e o musgo rena são na realidade LÍQUENS. O musgo espanhol é um nome vulgar tanto para os LÍQUENS como para uma planta aérea (TILLANDSIA usneoides) da família do abacaxi (BROMELIACEAE). O licopódio é uma planta perene da família LYCOPODIACEAE. .
1.00
41208
 
Ceratose .
Ceratoma .
Ceratodermia Blenorrágica .
Ceratose Blenorrágica .
Qualquer crescimento duro, áspero, como uma verruga ou calo. .
0.71
1505862
 
Fabaceae .
Afzelia .
Amorpha .
Andira .
Baptisia .
Caesalpiniaceae .
Callerya .
Ceratonia .
Cesalpiniaceae .
Cesalpiniácea .
Cesalpiniáceas .
Clathrotropis .
Clatrótrope .
Colophospermum .
Copaifera .
Delonix .
Euchresta .
Feijão .
Feijões .
Guibourtia .
Legumes .
Leguminosae .
Leguminosas .
Machaerium .
Pithecolobium .
Pithecellobium .
Stryphnodendron .
Vagem .
Vagens .
Grande família de plantas caracterizadas por vagens. Algumas são comestíveis, enquanto outras causam LATIRISMO ou FAVISMO e outras formas de envenenamento. Outras espécies produzem materiais úteis, como as gomas da ACÁCIA e várias LECTINAS, como as FITO-HEMAGLUTININAS de PHASEOLUS. Muitas delas abrigam bactérias FIXADORAS DE NITROGÊNIO em suas raizes. Muitas espécies, mas nem todas, de feijões pertencem a esta família. .
0.66
56812883
 
Queratinas .
Citoqueratina .
Ceratina .
Ceratinas .
Citoceratina .
Citoceratinas .
Queratina .
Classe de proteínas fibrosas ou escleroproteínas que representa o principal constituinte da EPIDERME, CABELO, UNHAS, tecido córneo, e matriz orgânica do ESMALTE dentário. Dois principais grupos conformacionais foram caracterizados: a alfa-queratina, cuja estrutura peptídica forma uma alfa-hélice espiralada consistindo em QUERATINA TIPO I, uma QUERATINA TIPO II e a beta-queratina, cuja estrutura forma um zigue-zague ou estrutura em folhas dobradas. As alfa-queratinas são classificadas em pelo menos 20 subtipos. Além disso, foram encontradas várias isoformas dos subtipos que pode ser devido à DUPLICAÇÃO GÊNICA. .
0.66
15620321
 
Ceras .
Cera 11372 .
Substância plástica depositada por insetos ou obtida de plantas. As ceras são ésteres de vários ácidos graxos com álcoois superiores geralmente monoídricos. A cera de farmácia é principalmente cera amarela (cera de abelha), o material do qual é feito o favo de mel. Esta consiste principalmente de ácido cerótico e miricina, sendo usada para fazer pomadas, ceratos etc. Quando a cera amarela é descorada, torna-se branca. (Dorland, 28a ed) .
0.65
453209
 
Ceratocone .
Protrusão não inflamatória usualmente bilateral da córnea, o ápice estando desviado para baixo e nasalmente. Ocorre mais comumente em mulheres por volta da puberdade. A causa é desconhecida, mas fatores hereditários podem desempenhar este papel. (Dorland, 28a ed) .
0.63
1704328
 
Ceratite .
Inflamação da córnea. .
0.63
2196447
 
Cistos Odontogênicos .
Cisto Primordial .
Cisto Residual .
Ceratocistos .
Os cistos encontrados na região maxilomandibular e que têm origem a partir do epitélio envolvido na formação do dente. Eles incluem os cistos foliculares (p.ex., cisto primordial, cisto dentígero, cisto multilocular), cistos periodontais laterais e cistos radiculares. Eles podem ficar queratinizados (queratócitos odontogênicos). Os cistos foliculares podem dar origem a ameloblastomas e, em casos raros, passarem por uma transformação maligna. .
0.59
2902471