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 Categorias DeCS

D05 Substâncias Macromoleculares .
D05.750 Polímeros .
D05.750.078 Biopolímeros .
D05.750.078.730 Proteínas dos Microfilamentos .
D05.750.078.730.475 Miosinas .
D05.750.078.730.475.470 Miosina Tipo I .
D08 Enzimas e Coenzimas .
D08.811 Enzimas .
D08.811.277 Hidrolases .
D08.811.277.040 Hidrolases Anidrido Ácido .
D08.811.277.040.025 Adenosina Trifosfatases .
D08.811.277.040.025.193 Proteínas Motores Moleculares .
D08.811.277.040.025.193.750 Miosinas .
D08.811.277.040.025.193.750.500 Miosina Tipo I .
D08.811.913 Transferases .
D08.811.913.696 Fosfotransferases .
D08.811.913.696.445 Nucleotidiltransferases .
D08.811.913.696.445.308 DNA Nucleotidiltransferases .
D08.811.913.696.445.308.300 DNA Polimerase Dirigida por DNA .
D08.811.913.696.445.308.300.225 DNA Polimerase I .
D12 Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas .
D12.644 Peptídeos .
D12.644.360 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intracelular .
D12.644.360.420 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776 Proteínas .
D12.776.097 Proteínas de Bactérias .
D12.776.097.533 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776.157 Proteínas de Transporte .
D12.776.157.125 Proteínas de Ligação ao Cálcio .
D12.776.157.125.050 Anexinas .
D12.776.157.125.050.100 Anexina A5 .
D12.776.210 Proteínas Contráteis .
D12.776.210.500 Proteínas Musculares .
D12.776.210.500.600 Miosinas .
D12.776.210.500.600.465 Miosina Tipo I .
D12.776.220 Proteínas do Citoesqueleto .
D12.776.220.525 Proteínas dos Microfilamentos .
D12.776.220.525.475 Miosinas .
D12.776.220.525.475.470 Miosina Tipo I .
D12.776.476 Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intracelular .
D12.776.476.420 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776.543 Proteínas de Membrana .
D12.776.543.750 Receptores de Superfície Celular .
D12.776.543.750.054 Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
D12.776.631 Proteínas do Tecido Nervoso .
D12.776.631.750 Sinapsinas .
D12.776.744 Fosfoproteínas .
D12.776.744.840 Sinapsinas .
D13 Ácidos Nucleicos, Nucleotídeos e Nucleosídeos .
D13.695 Nucleotídeos .
D13.695.578 Polinucleotídeos .
D13.695.578.550 Polirribonucleotídeos .
D13.695.578.550.650 Poli I .
E05 Técnicas de Pesquisa .
E05.318 Métodos Epidemiológicos .
E05.318.760 Características de Estudos Epidemiológicos .
E05.318.760.250 Estudos Clínicos como Assunto .
E05.318.760.250.500 Ensaios Clínicos como Assunto .
E05.318.760.250.500.200 Ensaios Clínicos Fase I como Assunto .
HP4 Materia Medica .
HP4.040 Métodos de Estudo de Matéria Médica .
N05 Qualidade, Acesso e Avaliação da Assistência à Saúde .
N05.715 Qualidade da Assistência à Saúde .
N05.715.360 Mecanismos de Avaliação da Assistência à Saúde .
N05.715.360.775 Características de Estudos Epidemiológicos .
N05.715.360.775.088 Estudos Clínicos como Assunto .
N05.715.360.775.088.500 Ensaios Clínicos como Assunto .
N05.715.360.775.088.500.200 Ensaios Clínicos Fase I como Assunto .
N06 Meio Ambiente e Saúde Pública .
N06.850 Saúde Pública .
N06.850.520 Métodos Epidemiológicos .
N06.850.520.450 Características de Estudos Epidemiológicos .
N06.850.520.450.250 Estudos Clínicos como Assunto .
N06.850.520.450.250.250 Ensaios Clínicos como Assunto .
N06.850.520.450.250.250.200 Ensaios Clínicos Fase I como Assunto .
SH1 Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde .
SH1.010 Políticas e Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação .
SH1.010.020 Cooperação Internacional .
SH1.010.020.060 Redes de Informação de Ciência e Tecnologia .
SH1.010.020.060.030 International Research Information System .
SP8 Desastres .
SP8.946 Administração de Desastres .
SP8.946.234 Educação em Desastres .
SP8.946.234.325 Materiais de Estudo .
VS2 Vigilância Sanitária de Produtos .
VS2.002 Controle de Medicamentos e Entorpecentes .
VS2.002.003 Avaliação de Medicamentos .
VS2.002.003.001 Aprovação de Drogas .
VS2.002.003.001.003 Ensaios Clínicos como Assunto .
VS2.002.003.001.003.001 Ensaios Clínicos Fase I como Assunto .
 
 Termos
 Sinônimos e Históricos
Documentos
LILACS e MDL
 
Métodos de Estudo de Matéria Médica .
Dramatização da Matéria Médica .
Estratégias para estudar a matéria médica dos medicamentos homeopáticos, de acordo a referenciais pré-fixados. Por exemplo: o estudo miasmático dos medicamentos. .
0.39
 
Proteínas Quimiotáticas Aceptoras de Metil .
MACP-I .
MACP-II .
Proteína Quimiotática 1 Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática 2 Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática 3 Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática I Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática II Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática III Aceptora de Metil .
Proteína Quimiotática 1 Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática 2 Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática 3 Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática I Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática II Aceitadora de Metil .
Proteína Quimiotática III Aceitadora de Metil .
Proteínas Quimiotáticas Aceitadoras de Metil .
Proteínas Quimiotáticas de Aceitação de Metil .
Proteínas transmembrana sensitivas receptoras que são componentes centrais de sistemas quimiotáticos de várias espécies de bactérias móveis que incluem ESCHERICHIA COLI e SALMONELLA TYPHIMURIUM. Proteínas quimiotáticas aceptoras de metil devem o seu nome ao processo de adaptação sensorial que envolve a metilação em vários resíduos de glutamil no seu domínio citoplasmático. As proteínas quimiotáticas aceptoras de metil desencadeiam respostas quimiotáticas através de gradientes químicos espaciais, fazendo com que os organismos se movam ao encontro de estímulos favoráveis ou contra estímulos tóxicos. .
0.38
 
Miosina Tipo I .
Miosina I .
Miosina Ia .
Miosina Ib .
Miosina Tipe I .
Subclasse de miosinas, geralmente encontrada associada com estruturas membranosas ricas em actina, como os filopódios. Os membros da família de miosina tipo I são ubiquamente expressos em eucariontes. As cadeias pesadas de miosina tipo I perderam a estrutura espiral formando as sequências em suas caudas, portanto não dimerizam. .
0.37
 
Materiais de Estudo .
0.35
 
DNA Polimerase I .
DNA Polimerase I Dependente de DNA .
Pol I .
Fragmento Klenow .
DNA Polimerase alfa .
DNA polimerase dependente de DNA, caracterizada em procariotos, e que pode estar presente em organismos superiores. Tem tanto atividade de exonuclease 3'-5'quanto 5'-3', mas não pode usar o DNA de fita dupla nativo como molde-iniciador. Não é inibida por reagentes sulfidrílicos e é ativa tanto na síntese quanto no reparo do DNA. Ec 2.7.7.7. .
0.33
 
Anexina A5 .
Anexina V .
Proteína Anticoagulante I de Placenta .
Ancorina CII .
Calfobindina I .
Endonexina II .
Lipocortina V .
PAP-I .
Proteína da família anexina isolada da PLACENTA humana e outros tecidos. Inibe a FOSFOLIPASE A2 citosólica e demonstra atividade anticoagulante. .
0.32
 
Poli I .
Inosina Polinucleotídeos .
Ácidos Poli-Inosínicos .
INOSINA POLINUCLEOTÍDIOS .
Grupo de ribonucleotídeos inosina nos quais os resíduos fosfato de cada ribonucleotídeo inosina atuam como pontes formando ligações diéster entre as moléculas de ribose. .
0.32
 
International Research Information System .
I-Research .
Sistema global de informação para os Conselhos Nacionais de Pesquisa, estabelecido pelo Conselho Nacional de Pesquisa da Holanda, com o objetivo de formar uma rede internacional de institutos nacionais de pesquisa para compartilhar informação sobre a pesquisa e os pesquisadores de cada país participante (tradução livre do original: http://www.nwo.nl/nwohome.nsf/pages/NWOP_5VLHS2_Eng). .
0.31
 
Sinapsinas .
Sinapsina I .
Sinapsina II .
Sinapsina III .
Proteína I .
Proteína III .
Família de proteínas associadas às vesículas sinápticas envolvidas na regulação de curto prazo da liberação de NEUROTRANSMISSORES. A sinapsina I, o membro predominante desta família, liga as VESÍCULAS SINÁPTICAS a FILAMENTOS DE ACTINA no terminal nervoso pré-sináptico. Essas interações são moduladas pela FOSFORILAÇÃO reversível da sinapsina I através de várias vias de transdução de sinal. A proteína também é um substrato para PROTEÍNAS QUINASES DEPENDENTES DE C-AMP e para PROTEÍNAS QUINASES DEPENDENTES DE CÁLCIO-CALMODULINA. Acredita-se que essas propriedades funcionais também sejam compartilhadas pela sinapsina II. .
0.31
 
Ensaios Clínicos Fase I como Assunto .
Ensaios Clínicos Fase I .
Avaliação de Drogas FDA Fase I .
Estudos de Avaliação FDA Fase I .
Trabalhos sobre estudos desenvolvidos para avaliar a segurança do diagnóstico, terapêutica ou medicamentos profiláticos, dispositivos ou técnicas em sujeitos saudáveis e determinar a variação da dose de segurança (se apropriado). Estes testes também são utilizados para determinar as propriedades farmacológicas e farmacocinéticas (toxicidade, metabolismo, absorção, eliminação e rota preferida de administração). Envolvem um pequeno número de pessoas e usualmente cerca de um ano. Este conceito inclui estudos de fase I conduzidos nos Estados Unidos e em outros países. .
0.31