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0.57 MACACA MULATTA . 
0.16 /ANATOMIA & HISTOLOGIA .
0.12 MACACA FASCICULARIS .
0.09 COMPORTAMENTO SOCIAL .
0.06 CITOMETRIA DE FLUXO .

Rank Sim. Fonte Título, abstract e conceitos DeCS   Conceitos DeCS em LILACS 
1 0.67 LILACS Comportamento social de Macacos rhesus (macaca mulatta)^ipt . 
COMPORTAMENTO SOCIAL; MACACA MULATTA .
  0.54 MACACA MULATTA . 
0.13 COMPORTAMENTO SOCIAL .
0.13 /ANATOMIA & HISTOLOGIA .
0.10 DOENCAS DOS MACACOS .
0.09 MACACA FASCICULARIS .
2 0.50 LILACS Avaliação do fenótipo e estágio de ativação celularem primatas não-humanos (Macaca fascicularise Macaca mulatta) mantidos em cativeiro como base para estudo pré-clínico de vacinas^ipt. CITOMETRIA DE FLUXO . 
CITOMETRIA DE FLUXO; MACACA FASCICULARIS; MACACA MULATTA; IMUNOFENOTIPAGEM .
Os primatas não-humanos vêm sendo utilizados na pesquisa biomédica há muitos anos, e tem provado ser um modelo relevante, devidoao alto nível de homologia com os humanos, principalmente em mecanismos fisiológicos, hematológicos e imunológicos Nas últimas décadas, os macacos cynomolgus (Macaca fascicularis) e macacos rhesus (Macaca mulatta), estão entre os primatas não-humanos mais utilizados como .. rá o primeiro passo para se averiguar o posterior uso em humanosPara esta finalidade, é essencial, uma seleção apurada dos animais empregados, levandoem consideração o status clínico e imunológico^ipt .

  0.26 CITOMETRIA DE FLUXO . 
0.26 IMUNOFENOTIPAGEM .
0.20 MACACA FASCICULARIS .
0.17 MACACA MULATTA .
0.11 /ANATOMIA & HISTOLOGIA .
3 0.49 LILACS Identification of fungi microflora in the ear conducts of rhesus macaques (Macaca mulatta) kept in captivity^ien . 
MICOSES; /DIAGNOSTICO; MACACA MULATTA; PRIMATAS .
Inúmeros fatores predisponentes podem acarretar doenças auriculares a partir de uma microbiota saprófita A identificação da microbiota fúngica poderia auxiliar no diagnóstico e tratamento de micoses que possam se tornar patogênicas mediante um desequilíbrio homeostásico Este trabalho objetivou identificar a microbiota fúngica saprófita no conduto auditivo médio de macacos rhesus (Macaca mulatta) c .. ntos de otites e sugerem que os fatores climáticos podem ser responsáveis pelo grande número de fungos presentes nos animais do grupo II, que se encontram expostos às condições climáticas naturais^ipt .

  0.43 MACACA MULATTA . 
0.16 /MICROBIOLOGIA .
0.14 DOENCAS DOS MACACOS .
0.14 /DIAGNOSTICO .
0.14 MICOSES .
4 0.48 LILACS Infant kidnapping in rhesus monkeys (Macaca mulatta)^ien . 
COMPORTAMENTO MATERNO; MACACA MULATTA .
Raptos de filhotes em macacos rhesus (Macaca mulatta) O filhote primata desperta muito interesse dentro do grupo Em algumas espécies, uma fêmea jovem ("tia") pode auxiliar a mäe nos cuidados do filhote e em outras pode ocorrer a adoçäo Por outro lado, a mäe rhesus, nas primeiras semanas pós-parto, restringe muito os contatos sociais do filhote Foram investigados, no presente artigo, os raptos de f .. ivência do filhote, propiciam um treino de maternidade as fêmeas näo-lactantes e, a partir do interesse que o filhote desperta, facilitam a estabilidade e coesäo do grupo social de macacos rhesus ^ipt .

  0.45 MACACA MULATTA . 
0.17 COMPORTAMENTO MATERNO .
0.13 /ANATOMIA & HISTOLOGIA .
0.13 /PARASITOLOGIA .
0.12 DOENCA DE CHAGAS .
5 0.43 LILACS Biologic data of Macaca mulatta, Macaca fascicularis, and Saimiri sciureusused for research at the fiocruz primate center^ien . 
MACACA FASCICULARIS; /ANATOMIA & HISTOLOGIA; MACACA MULATTA; /ANATOMIA & HISTOLOGIA; SAIMIRI; /ANATOMIA & HISTOLOGIA; CARACTERES SEXUAIS .
Physiological parameters of laboratory animals used for biomedical research is crucial for following several experimental procedures With the intent to establish baseline biologic parameters for non-human primates held in closed colonies, hematological and morphometric data of captive monkeys were determined Data of clinically healthy rhesus macaques (Macaca mulatta), cynomolgus monkeys (Macaca fa .. m in both squirrel monkeys and cynomolgus monkeys occurred at an age of about 32 months Data presented in this paper could be useful for comparative studies using primates under similar conditions^ien .

  0.44 /ANATOMIA & HISTOLOGIA . 
0.20 SAIMIRI .
0.14 MACACA MULATTA .
0.12 /PARASITOLOGIA .
0.10 MACACA FASCICULARIS .
6 0.41 LILACS Dinâmica de formação da reação inflamatória dérmica induzida pela Leishmania (Viannia) braziliensis no modelo primata Macaca mulatta^ipt. LEISHMANIOSE . 
LEISHMANIOSE; MACACA MULATTA; ALERGIA E IMUNOLOGIA; GRANULOMA .
O desenvolvimento da infecção por leishmania depende de fatores da interação parasita-hospedeiro que incluem não só o grau de virulência ou patogenicidade do agente etiológico, mas também a natureza da resposta imunológica do hospedeiro A leishmaniose tegumentar americana humana causada por Leishmania (Viannia) braziliensis apresenta um pleomorfismo clínico, sendo seu quadro histopatológico comple .. programa computacional das células imunomarcadas (como CD20, CD3, CD4, CD8, CD68, HLA-DR) no infiltrado inflamatório revelou uma consistente variação relativa nas proporções desses tipos celulares^ipt .

  0.28 /IMUNOLOGIA . 
0.25 LEISHMANIA .
0.18 LEISHMANIOSE .
0.15 LEISHMANIA BRAZILIENSIS .
0.14 /PATOLOGIA .
7 0.38 LILACS A biologia da Leishmania (Viannia) braziliensis no modelo experimental primata Macaca mulatta^ipt. LEISHMANIA BRAZILIENSIS . 
LEISHMANIA BRAZILIENSIS; MODELOS ANIMAIS; MACACA MULATTA; AUTOIMUNIDADE .
Infecções naturais com o protozoário parasita Leishmania (Viannia) braziliensis Vianna 1911 (Kinetoplastida: Trypanosomatidae) causam doença humana em várias áreas (sub )tropicais no continente Americano (em pelo menos 15 países), constituindo um importante problema de saúde pública A leishmaniose cutânea (LC) pela L (V) braziliensis distingue-se de outras formas da doença pela maior cronicidade, .. O decurso da lesão primária foi muito variável, não somente para os isolados mostrando diferenças moleculares, mas também para animais individuais em grupos infectados com a mesma cepa do parasito^ipt .

  0.39 LEISHMANIA BRAZILIENSIS . 
0.22 /PARASITOLOGIA .
0.18 LEISHMANIA .
0.11 LEISHMANIOSE CUTANEA .
0.10 MACACA MULATTA .
8 0.37 LILACS Infecção crônica experimental de macacos rhesus (Macaca mulatta) pelo Trypanosoma cruzi: caracterização do modelo e imunopatogênese da cardiomiopatia^ipt. DOENCA DE CHAGAS . 
DOENCA DE CHAGAS; TRYPANOSOMA CRUZI; CARDIOMIOPATIA CHAGASICA; MACACA MULATTA; QUIMIOCINAS .
A doença de Chagas permanece um importante problema de saúde pública em países da América LatinaModelos experimentais que reproduzam aspectos clínicos e histopatológicos desta doença são essenciais para pesquisas pré-clínicasPreviamente,foi mostrado que a infecção experimental de macacos rhesus com a cepa Colombiana do Trypanosoma cruzi reproduz manifestações clínicas características da fase aguda .. 28-circulantes,comparados aos animais controle De modoAssim,no modelo rhesusparecem estar envolvidas na imunopatogênese da miocardite chagásica crônica,com predomínio de células T CD8+As citocinas^ipt .

  0.32 CARDIOMIOPATIA CHAGASICA . 
0.27 TRYPANOSOMA CRUZI .
0.19 DOENCA DE CHAGAS .
0.12 /PARASITOLOGIA .
0.10 /PATOLOGIA .
9 0.36 LILACS Ensaios pré-clínicos com vacinas DNA expressando Triparedoxina peroxidase (TryP) de Leishmania cotra leishmaniose cutânea no primata Macaca mulatta^ipt. IMUNIZACAO . 
IMUNIZACAO; MACACA MULATTA; VACINAS DE DNA; LEISHMANIOSE CUTANEA .
As leishmanioses têm impacto na Saúde Pública mundial, afetando pelo menos 12 milhões de indivíduos A indução artificial de imunidade protetora usando vacinas contra Leishmania seria essencial no controle da doença humana Não obstante, há muito a ser feito antes de se comprovar a eficácia potencial de vacinas candidatas na ausência de um desafio natural Embora as várias estratégias usadas em vacin .. ntou resposta imune específica mediada por células T (Th1) [avaliando-se com testes in vivo de DTH e in vitro da resposta linfoproliferativa ou produção intracelular de citocinas por linfócitos T .

  0.44 LEISHMANIOSE CUTANEA . 
0.17 LEISHMANIOSE .
0.15 /DIAGNOSTICO .
0.12 /IMUNOLOGIA .
0.12 /PREVENCAO & CONTROLE .
10 0.35 LILACS Transplante autógeno da lâmina externa da calvária no crânio e na face em Rhesus^ipt. TRANSPLANTE OSSEO . 
TRANSPLANTE OSSEO; CRANIO; MACACA MULATTA .
Objetivos: Estudar o transplante ósseo da lâmina externa da calvária por aposição e reposição, no crânio e na face, em macacos rhesus (Macaca mulatta) e, a técnica de obtenção dessa lâmina, sem a abertura da cavidade craniana Métodos: Foram operados nove macacos rhesus em duas etapas Na primeira etapa, foram retirados quatro fragmentos ósseos da lâmina externa da região frontal da calvária e trans .. posição quanto por aposição, no crânio e na face, em rhesus A técnica para obtenção da lâmina externa da calvária, sem abertura da cavidade craniana, é adequada para a realização desse transplante^ipt .

  0.32 TRANSPLANTE OSSEO . 
0.26 CRANIO .
0.23 /CIRURGIA .
0.11 MACACA MULATTA .
0.09 /METODOS .